sexta-feira, 25 de Novembro de 2011 09:24h Paulo Reis

Dinheiro falso é apreendido com funcionário de APAC em Arcos

Suspeito estava com oito pedras de crack e a quantia de R$825,00 em notas falsificadas

Um homem de 28 anos foi surpreendido juntamente com duas mulheres também de 28, portando três pedras de crack e outra pedra maior de tamanho considerável, na MG-170, próximo a um frigorífico, na noite de última quarta-feira (22).


O suspeito que é funcionário da APAC de Arcos (Associação de Proteção e Assistência aos Condenados) confessou à polícia que há cerca de quatro meses buscava, todos os dias, drogas em Lagoa da Prata para serem revendidas em Arcos.


As duas mulheres, durante interrogatório disseram que a droga era comprada do rapaz para consumo próprio. Durante a abordagem, os militares desconfiaram que a cédula de R$ 10,00 que estava com o autor poderia ser falsa. O mesmo também confessou que falsificava dinheiro em casa, no bairro Nossa Senhora Aparecida.


Na residência do autor, os militares encontraram no quarto, dentro de uma caixa, diversas cédulas falsas de R$100,00, R$50,00, R$20,00, R$10,00 e R$5,00 num total R$ 825,00 em dinheiro falsificado.


Além do dinheiro, foram apreendidos um notebook, uma impressora e uma câmera fotográfica digital, provavelmente, utilizados na falsificação do dinheiro.


O homem e as duas suspeitas foram presos e conduzidos para a Delegacia de Formiga.
Segundo Dr. Múcio Magalhães Júnior, Juiz da 2ª Vara de Execuções Criminais, o processo ainda não chegou as suas mãos e que não possui informações sobre a situação jurídica do caso. Ele apenas informou que o cidadão não possui antecedentes criminais. Ele aguarda a conclusão do inquérito policial que está sob a responsabilidade do delegado de Arcos.


Já o Delegado da Polícia Civil de Arcos, Dr. Irineu Coelho informou que dentro de 30 dias o processo será encaminhado à justiça.

 

 

APAC DE ARCOS

 

O órgão informou que o funcionário em questão, passou por um processo seletivo como os demais candidatos que disputavam a vaga, e que foi feita uma análise de currículo, ficando comprovada sua conduta profissional e social. A coordenação da APAC de ARCOS ressaltou ainda que o funcionário não possuía antecedentes criminais e que todas as medidas necessárias foram tomadas, sem que isto comprometa o trabalho desenvolvido pela instituição

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