quarta-feira, 30 de Novembro de 2011 13:52h Luciano Eurides

Cruzeiro espera encontrar tranquilidade em Atibaia

A delegação do Cruzeiro deixou a Toca da Raposa II na tarde de ontem com 28 jogadores. O destino será a cidade de Atibaia, no interior paulista, onde a Raposa fará a sua preparação para o jogo de domingo, contra o Atlético, às 17h, na Arena do Jacaré, em Sete Lagoas, pela 38ª e última rodada do Campeonato Brasileiro. O atacante Keirrison, que se contundiu no treino da manhã acabou cortado da relação.
A raposa levaDouglas Pires, Fábio e Rafael. Diego Renan, Gabriel Araújo, Gil Bahia e Vitor. Cribari, Léo, Naldo e Victorino. Charles, Everton, Fabrício, Leandro Guerreiro, Marquinhos Paraná e Sandro Manoel. Bruninho, Elber, Montillo e Roger. Anselmo Ramon, Bobô, Farías, Ortigoza, Sebá, Wallyson e Wellington Paulista.


Com a ausência confirmada de Fábio no jogo deste domingo, contra o Atlético-MG, em virtude de suspensão automática pelo terceiro cartão amarelo recebido no empate com o Ceará, o goleiro Rafael ganhará mais uma oportunidade com a camisa 1 do Cruzeiro. O atleta formado nas categorias de base da Raposa defenderá a meta celeste no duelo que marcará a última atuação do time estrelado na temporada 2011.
Rafael já realizou 16 partidas pelo profissional do Cruzeiro, e neste ano, foram sete jogos. O goleiro de 22 anos diz que na temporada atual teve a oportunidade de amadurecer por ter tido uma “sequência” maior, considerando que é normal que atletas de sua posição tenham menos chances de atuar. Portanto, o arqueiro se sente pronto para substituir Fábio. “Todo treinamento e jogo que você faz serve de experiência. As situações diversas que acontecem no campo, eu pego como exemplo de amadurecimento. A cada tempo que passa eu vou treinando, trabalhando e buscando me aperfeiçoar mais, é um crescimento natural que acontece à medida que vamos tendo oportunidades e trabalhando”, disse.


O goleiro demonstrou tranquilidade e maturidade para lidar com a situação de substituir Fábio. Rafael ressalta que sempre trabalhou consciente que a oportunidade pode surgir de forma inesperada e que é fundamental estar preparado para aproveita-la. O goleiro ainda pontuou que para ser vencedor, um time precisa ter um grupo forte. “Eu sempre falo que futebol não se ganha com 11 e sim com grupo. Você pode ver que nenhum time joga dez jogos seguidos com o mesmo time, porque sempre tem cartão, lesão, então eu e outros jogadores que não são titulares, procuramos trabalhar porque sabemos que uma hora ou outra a oportunidade vai chegar. Não é uma questão de entrar numa fria, e sim trabalhar, buscar nosso espaço e agora é o momento de fazer nosso melhor. Tenho certeza que quem entrar em campo vai dar o seu máximo para ajudar o Cruzeiro e que possamos sair de campo felizes e vitoriosos”, frisou.

© 2009-2017. Todos direitos reservados a Gazeta do Oeste. Este material não pode ser publicado, transmitido por broadcast, reescrito ou redistribuído sem autorização.